21 fevereiro 2008

saia pra rua
olhe pra lua

02 outubro 2007

. .. ... .... , ., .,. ,,,,


Sim, somos únicos
Na dor, no riso
Ahhh PLURALIDADE (Viva!)... é ISTO (?)!
Por que tão igual então?
Sem direção
Ao infinito
Mudando!
Almas gêmeas
Por que
conflito
Impressões digitais
DNA
Íris, não do arco
Indiferença
Igual


25 setembro 2007

O que vale a pena?


quando a alma é pequena não é fácil
Bate de cabeça, vira, troca, muda (continua)
enxerga... o suficiente prapontar
onde está?
"Está dentro de você
Basta fechar os olhos
e olhar pra dentro de si mesmo"
funcionário público, gigolô
michê de 1/2 trepada
louco, tonto, mané.
rizoma, root, raiz... a folha e a semente já me fazem feliz
queria... queria...
passado antes de amanhecer
come merda. vomita. chora. se irrita
tadinha da criança. com medo
do escuro
quer ensinar (obrigar) outros a andar
gugu-dá-dá. neném. tá com fome?
vem pegar!
ai que preguiça (pensa e só!)
talvez, uma ora, fique melhor
explode, agita...
hmmm... não te irrita periquita


14 agosto 2006

Tão inerte que chegou tarde!


Lutar,
contra a gente mesmo
é difícil
se apoiar
num baseado
me deixa burro demais
a morte
do braço
de um cigarro (daqueles, quase)
o suficiente enquanto
se segura ele
tão forte
quero mais um
covarde
acende
percebe
que tu não é nada
é só mais um
é triste
É!
muletas, muletas, muletas
até quando
INÉRCIA.
tenadora INÉRCIA!


29 julho 2006


tem coisas que eu faço muito bem. uma delas é cagar tudo. dentro e fora do banheiro.


07 julho 2006

podre.


Um ritual.
Como tantos outros.
Faz-se sem perceber.
Com um objetivo.
Impensado (nem profundamente, nem mesmo numa escrota superficialidade).

Guardanapo!
Talheres!
Esfrega.
Tira as impurezas (?).

Come.
Comedidamente.
Mas não se dá conte de como é comunitário.
Em qualquer comedouro encosta a preciosas boca de merda
em sórdidas bocas e línguas desconhecidas.

“Mas a louça é lavada e esterilizada.”
Então pra que usar a porra do guardanapo?
“Os ácaros, o ar, a mão desses garçons.”

Olha pra ti!
Enxerga tua imundície.
De que vale esse lindo externo?
Hein? De que vale?
Tu és podre.

Estás em constante decomposição.
Não enxergas nada.
Põe na tua frente e não enxergas.
És cego.

Mas a morte do teu prato e do teu corpo (e da tua vida)
não podem te abalar.
Você é SUPER.
Parabéns.
Viva.

MORRA!!


03 julho 2006


pior que fingir interesse para bom convívio é ser obrigado a criar um falso-verdadeiro interesse para continuar, sobreviver.

12 junho 2006


existem dois tipos de pessoas: pessoas que acham que o mundo é assim e pessoas que acham que o mundo ficou assim. o tipo de pessoa que você é determina como você ficou, ou seria o tipo de pessoa que você ficou determina como você é?


06 junho 2006

saudosa maloca


alguém está morrendo de fome
e eu comigo me preocupo
hoje é um dia frio
mas meus pés TRANSPIRAM
o nada, que é tudo, me engole
e, eu, no que penso?
numa auto-ajuda vida média e harmônica
num bom convívio impossível

odeio gente burra
que esperto sou eu
EU, EU, EU, EU
que vidinha desgraçada
é só falta de coisas de verdade
importantes coletividades nunca percebidas!
ou não seria tão sórdido
esse viver ignóbil.
seria um pouquinho-com-certeza-muito
mais bonito
mas...

se alguém morre de fome
eu nada tenho com isso
se, se, se ...
se é saudosismo
mas saudade de que?
do que nunca se vive(u) ?
um pouco de tempo e um viver na pele
trazem uma sensibilidade louvável
tristemente transitória
efêmera. burra!


lembranças da agenda do trem


olho prum lado
vejo um morto

olho pro outro
resignação

olho pra dentro
e só vejo
um ponto de interrogação (?!)

olho pra "baixo"
vejo VIDA
morta por um padrão

olho pra cima
não vejo nada
que causa tanto MAL
(em mim indignação)


21 maio 2006

s infinitum


se todo mundo...
si tôdus...
se...
si...
se...
si...
ser? seja! SertU?
universaliza

sempre
sabe?!
é pouco?
quer(er) muito?
loco!
moribundo(?)



aceita


brete


burro


20 abril 2006

waiting?


na espera é sempre RUIM
where are the move, man?
THE MOVE!
passividade
fudendo
com o que a gente acha que
mata... tempo
e mata a gente
que não SENTE
também que sente
só as vezes
nunca
sempre
NA ESPERA
MOVIMENTO.


14 abril 2006

xx


20 voltas em torno do sol
20 vezes 12 subdivisões sem, pra mim (se bem que repensando podemos nos compreender melhor pensando na lua que gira em torno do grande nós, mais individual impossível, Terra), sem sentido
20 vezes 365 giros não percebidos, como tantas outras coisas
INCONTÁVEIS quedas dentro de um, hoje, gordo e cabeludo, umbigo
tudo hoje muda, embora o TUDO seja tão restrito quanto a larga visão de mundo e vida nossa
amanhã, além de agüentar a matança cotidiana vou ter que me esforçar para lembrar da mudança de dois algarismos de vida e de morte
comemoremos a convenção de mais uma ano, que é muito mais que 365 alvoradas e crepúsculos e é tão bem reduzido a uma dúvida eUxistencial.


25 março 2006

Do pó ao poop!


Nada como uma boa mais-valia para mostrar aos seres-humanos (seja lá o qual for o significado disso) como é bom viver em sociedade. Os grupos, conjuntos, e todo o tipo de aglomeração daquele monte de bosta andante que sempre consegue estragar tudo são fantásticos em sua organização ultra-harmônica. É muito, mas muito mesmo, interessante passar mais que duas horas fazendo uma coisa que não se tem vontade nenhuma de fazer, estímulo nenhum, excetuando o santo pagamento, que, como os outros santos, não resolve bosta nenhuma e não incomumente traz outros problemas. Mas isso já é coisa de gente doida que fica reclamando da vida, falando das COISAS, afogando mágoas e felicidades em copos de vinho bagaceiro. É isso mesmo! É por causa dess@s doid@s que é bom falar de tão chatas Aureas Mediócritas, que não são capazes de falar de coisas e estufam a barriga com um líquido azedo, caro, e impossível de ser adulterado para ter menor preço e enchem a mente (se é que pode-se denominar assim determinados cérebros) de boa música de massa, no bom tupiniquim: música de merda. É bom... na verdade ainda não cheguei num nível em que consigo dizer “Ria de mim, pois sou o medo de você mesmo”. Tento, insensatamente, salvar o mundo, por mais ineficiente que seja isso. Mas agora: foda-se o mundo. O que importa é eu, sem nenhum individualismo, é claro. O pior de tudo é ter quase certeza de que do pó viemos, pensando mais em Star Trek do que na bíblia, e da mesma porra de pó são feitas as bostas afétidas que andam por aí tentando se passar por perfume francês. Isso é o pior!


20 março 2006

voltando pra mim?


Talvez não seja exatamente para mim que volto, retorno, come back, mas pra uma aspiração ROMÂNTICA. É acho que é ISSO. mas São Sartre já dizia que o homem não é nada senão o projeto, e só se torna alguma coisa a medida que o realiza (UUHHH!! citando Sartre, esse cara é foda), ou mais ou menos isso. Ficar escrevendo não é nada mais que um auto-conhecimento e por que não uma auto-ajuda. Algumas pessoas lêem Zíbia Gaspareto e Paulo Coelho, outras fumam maconha mas no final das contas estão fazendo a mesma coisa. E que coisa é essa? Não me pergunte, pois não sei. Só achei que ficou SOANDO BEM AOS OUVIDOS. É uma tentação voltar a primeira linha e parar esse fluxo desordenado pra tentar explicar aquilo que não se entende mas hoje vou ter corajem de levar até as toscÚLTIMAS conseqüências, que também não serão grandes coisas, mas...

até mais
[]'s


17 novembro 2005

oh droga!


Acho que entendi toda essa minha reclamação, meio tosca, sem chegar a um lugar, se bem que não sei se ao chegar a algum lugar se chega em algum lugar, mas... Em suma, meu problema é com a passividade diante da vida. Fazer sem saber por que fazer. Continuar, só por continuar. É o trabalho pelo dinheiro. O trabalho que vira a vida, a vida que a gente odeia mas ama e o trabalho, quase, idem. Acho que a palavra vida, viver e derivadas são fortes, VIVAS demais para o ato de continuar ("continuar, sobreviver, pode ser muito cedo pra entender...") a fazer o que se faz. Acho que é melhor parar. Estou vendo que ainda nada entendo...


12 novembro 2005

(no subject)


Por quê?
Viver é tão triste
Mas
De uma boba maneira
Tão...tão feliz(?!)

Não ter uma razão
É assustador
Não ser
Nada mais que um monte,
Um amontoado de
Matéria, células
Átomos?
Como TUDO(?!) em TODO(!) lugar

Sou mais um?
Sou mais eu?
Será que, realmente, sou?
Estou,
Isso é verdade
Pra quê?
Por quê?
Sazonalidade


26 outubro 2005

"Continuar, sobreviver..."


Incapaz de seguir uma via alienada
Mas sem coragem pra nada
Repetindo os suspiros, as inspirações, expirações
Buscando o nada, que é tudo, ou seja: NADA
Deixando pra depois
Se enchendo de lipídios e perdendo mitocôndrias
De células nervosas
Que atrofiam a cada pulsação
Abortada por um pensamento
Que nem sei se é meu
Vivendo é gerúndio inaplicável
A vida tão média, tão
Miserável
Esplêndida, gigante. Quando se sobe
no MONTE DE MERDA
De olho que vê superior
Acostumado a hierarquia
Familiar, social, moral, infernal
Não enxerga que é mais um
Consumidor-consumido
"Vivendo", tendo e sendo
Mais um número (mas nunca
Admitido)
Apenas igual a outro
Não especial, Sim
Especial
Eu, tu, lágrimas são água?
Descer da MERDA Enxergar a
Bosta. Será a vida sempre
cega? Com uma viseira
MARAVILHOSA..


18 outubro 2005

Daqui...


Daqui, atrás de cliques e comandos, tão burros quanto nossa apatia para com tudo, é muito fácil. Muito fácil! Lá fora, um mundo a criticar, mudar (?!), mas sempre embaixo de minha segurança de sempre. Não trabalhar por idealismo (quem dera todo mundo pudesse. Seria esse mundo um lugar mais feliz?). Ao sair desse teto acolhedor, mas tão acolhdedor que sufoca, cega, suga toda capacidade de revolta ativa, vejo coisas tão... tão de verdade, tão humanas, podres, mas lindas ao mesmo tempo.

Voltar pra casa geralmente é exercício interessante. Depois de algumas horas, atrás de um MOR(?!) objetivo (in)questionável, é comum se ver aquelas caras de anti-vida, sub-vida, e todas essas coisas lindas de se ver, pois é com elas que percebemos o quão podre é essa vida, como é pouco o só respirar, a burra continuidade daquilo que chamamos VIDA. Em rápidos momentos temos baques, titubeamos. Vemos coisas tristes (Ilha das Flores?) realmente chocantes que nos deixam PUTO. Penso, logo, RESIGNO. No momento X onde titubeamos isso dificilmente passa na limitada cabecinha desse ser, e de muitos outros, acho; mas tempo cura tudo (não é o que DIZEM) e aqui não é(foi. Será?) diferente: esquecemos tudo que nos abateu e fez pensar, indignar e todos os sentimentos próprios desses momentos.

Não estar aqui seria uma ótima forma, agora, nesse exato momento, a única, de não me sentir culpado por tudo. Se eu tivesse sofrido realmente com esse poço de fezes que é a bosta da VIDA que (in?)felizmente pra mim não é nem um pouco ruim no sentido social, econômico desta (principalmente hoje em dia) eu seria o(a) merda que agora sou? Seria melhor estar voltando a meia-noite pra casa, com dez anos de vida, uma caixa de engraxate e um dedo no nariz tirando meleca, ou, em bom gauchês, TATU, e fazendo bolinhas desfarçadamente e com uma doce simplicidade que faz tudo ser tão (não)simples? Não sei! Infelizmente, hj, estou aqui, atrás dos 0s e 1s que não enxergo, assim como os olhos absortos na estrada furada não veêm mais que uma vontade de chegar em casa (ou talvez não). De nariz limpo (?!)